
Não é invasão, tão menos hospedagem transitória. É moradia permanente.
Não se trata de território demarcado. É habitação esparzida e intrínseca à natureza humana...
Fragilidade amiga.
Permite-me enamorar os algozes causadores das minhas chagas.
Faz-me degustar o doce sabor escondido na sinestesia drástica das dores que me seguem.
Rende-me as oportunidades de transcender às conquistas mais comuns e efêmeras dos sonhos dos homens.
Conduz-me ao outro, convence-me de que sou igual a todos e todos "idênticos" a mim (sem suprimir a unicidade que me há; pelo contrário, a me desvela).
Não se trata de território demarcado. É habitação esparzida e intrínseca à natureza humana...
Fragilidade amiga.
Permite-me enamorar os algozes causadores das minhas chagas.
Faz-me degustar o doce sabor escondido na sinestesia drástica das dores que me seguem.
Rende-me as oportunidades de transcender às conquistas mais comuns e efêmeras dos sonhos dos homens.
Conduz-me ao outro, convence-me de que sou igual a todos e todos "idênticos" a mim (sem suprimir a unicidade que me há; pelo contrário, a me desvela).
Nivela-me ao valor único e imperecível daqueles que são mortais.
Revela-me a riqueza do coração alheio.
Convida-me a amar... E por dócil generosidade, me faz amor.
Fragilidade amiga. Esposa de minh’alma, elevador do meu humano.
Revela-me a riqueza do coração alheio.
Convida-me a amar... E por dócil generosidade, me faz amor.
Fragilidade amiga. Esposa de minh’alma, elevador do meu humano.
TEXTO: Daniel Rangel





























