
O amor não é inerte.
A posição se inverte.
O amar se converte.
Há vezes em que o amado sujeito
Não entende o seu jeito
Roubando do peito o amor recebido.
(por hora tão autêntico e indiscutivelmente exclusivo)
Mudar os móveis de lugar.
Receber o hóspede sem saber como vai chegar.
Como quer amar, como precisa ser amado.
Jeito novo e delongamente incompreendido de dizer ‘eu ainda amo’ e ‘aqui estou’!
O amor nem sempre está no abraço,
No costumeiro espaço.
Está na distância,
No silêncio.
Na palavra preterida.
No intercâmbio da vida.
Na ausência aparente...
Está na competência criativa de se estabelecer um novo jeito de amar.
A posição se inverte.
O amar se converte.
Há vezes em que o amado sujeito
Não entende o seu jeito
Roubando do peito o amor recebido.
(por hora tão autêntico e indiscutivelmente exclusivo)
Mudar os móveis de lugar.
Receber o hóspede sem saber como vai chegar.
Como quer amar, como precisa ser amado.
Jeito novo e delongamente incompreendido de dizer ‘eu ainda amo’ e ‘aqui estou’!
O amor nem sempre está no abraço,
No costumeiro espaço.
Está na distância,
No silêncio.
Na palavra preterida.
No intercâmbio da vida.
Na ausência aparente...
Está na competência criativa de se estabelecer um novo jeito de amar.
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TEXTO: Daniel Rangel

1 comentários:
Poesia!! pura poesia
muito bom!
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